Criada em Junho/89, com o objetivo da Conscientização Ecológica para o auxílio da preservação dos Ecossistemas Naturais, principalmente dos que ainda restam no estado de São Paulo, que é a Mata Atlântica, em todo nosso litoral; tão perto da metrópole paulista e que tão poucos detém atenção. Um dos mais ricos ecossistemas do mundo e os próprios paulistas não o conhecem!
Através da Educação Ambiental, aplicada em atividades como: Cursos, Palestras, Exposições de artistas plásticos voltados para o tema, produção de materiais afins e o Ecoturismo, pelo qual somos mais conhecidos nestes mais de 17 anos, almejamos minimizar a destruição dos ambientes naturais causada pelo ser humano e deixar que o próprio tempo se encarregue de fazer as mudanças cabíveis no nosso planeta.
Atendemos de 2ª à 6ª, das 09h00 às 12h00 e das 13h30 às 18h30. R.Vergueiro Steidel, 94 – Embaré - Santos - SP – Brasil Tel/Fax (13) 3227-2000
Você olha a cidade pela janela e se pergunta: quando foi que as coisas deram errado? É tentador acreditar que foi há poucas décadas, quando as cidades resolveram que o automóvel era mais efi ciente que os bondes. Ou que foi entre 1960 e 1999, período em que o consumo anual dos recursos do planeta pelos seres humanos passou de 70% da produção natural (quando ainda éramos, portanto, “sustentáveis”) para 125%. Achar que os problemas começaram há pouco tempo dá a ingênua esperança de que as soluções estão facilmente ao nosso alcance, tipo trocando carro por bicicleta, tomando banho dia sim dia não ou elegendo o candidato certo.
Na verdade, as coisas deram errado há muito, muito tempo. Sabe os desertos poeirentos do sul do Iraque? É obra da mais antiga das civilizações, a dos sumérios, que há uns 5 mil anos esgotou terras até então exuberantes (tantas bobagens eles fi zeram por lá que as enchentes começaram a sair do controle, dando origem ao mito de Utnapishtim, na epopéia de Gilgamesh, que depois viraria a história de Noé no Velho Testamento). E a paisagem árida e pedregosa da Grécia? Agradeça aos gregos antigos e suas cabras, que extinguiram as vastas fl orestas que existiam ali. No Diálogo de Crítias, Platão escreveu: “As montanhas que agora não têm nada. tinham árvores há não muito tempo. A terra se enriquecia com as chuvas anuais, e não, como hoje, era lavada por elas. resultado do fluxo das águas sobre a terra devastada.”.
Quer dizer então que começamos a fazer besteira há uns 5 mil anos? Não. Começamos antes. Em O pior erro na história da raça humana, um pequeno texto de 1987, Jared Diamond argumenta que as coisas começaram a dar errado com a invenção da agricultura, há cerca de 10 mil anos, e a conseqüente explosão populacional. A agricultura traz em si mesma o desequilíbrio ecológico, na medida em que separa uma área, antes com diversidade, para um cultivo específico. Ao contrário do que se pensa, por muito tempo a agricultura não representou uma vida melhor, pois a dieta diversificada dos povos caçadores-coletores gerava mais saúde e expectativa de vida. No entanto, estes acabaram perdendo a guerra pelo controle do planeta em função do crescimento demográfico dos plantadores de cereais. Uma centena de malnutridos ainda é mais forte do que um único bem nutrido. E aqui estamos nós, com a agricultura e o que ela gerou: a explosão populacional, as megacidades, o hiperconsumo e as superproduções de poluição, esgoto e lixo.
Pose de bacana Dos sumérios até hoje é enorme a lista de civilizações que desapareceu tendo como uma das causas principais a falta de sustentabilidade. Lista que deveria nos sinalizar o que pode vir pela frente. Mas aprendemos? Não. A coisa já não está boa e a Terra ainda ganha mais de 70 milhões de pessoas por ano (a população de quase duas Argentinas), enquanto perde para a erosão uma área agricultável equivalente ao território da Áustria. Dependemos mais e mais da tecnologia e da produtividade, mas elas têm limites. Vivemos uma unanimidade pró-capitalismo e nos viciamos em comprar freneticamente eletrônicos, carros, alimentos, tudo. Se para a economia o crescimento exponencial do consumo é fundamental, para a ecologia ele tem sido fatal. E, sejamos honestos, não é mesmo fácil mudar hábitos arraigados há 10 mil anos. Mas o bom é que pelo menos você se preocupa, e fica bem bacana usando sacolinha retornável no supermercado.
*ANDRÉ CARAMURU AUBERT, 46, historiador que trabalha com tecnologia, não quis ofender os ecochatos. Seu e-mail é acaramuru@trip.com.br
Um animal por mais que seja feroz, não tem a maldade de um homem, desejaria ele ter a inocência de um leão. Desejaria ele ter a doçura de um coelho, a lealdade de um cão, a paz de um pássaro ou pelo menos a capacidade de todos os animais de usufruir da natureza sem destruí-la!!!
Nós temos sentado dia pós dia Compartilhando nossasvidas, nossos sonhos, nossos medos, nossos erros. Continua me assustando como você que um dia foi um estranho, tenha se transformado em um de meus mais querido e estimado amigo. Você é tão importante para mim como qualquer de meus amigos pessoais, minha família ou vizinhos. Você me faz sorrir, quando compartilha suas brincadeiras. Me faz rir quando conta suas histórias. Me faz sentir sozinh@ quando se vai. Você esta em meus pensamentos cada dia. Para você...meu melhor amig@ da web! Te Adoro!!! Fique aqui onde eu possa te ver, te falar, compartilhar com você, suas brincadeiras, seu sorriso, seus sentimentos... Obrigado por ser meu amig@ de Internet!!